Pós-graduação em Patologia Oral e Maxilofacial

Os casos mais graves normalmente aparecem mascarados na rotina de atendimentos.

Entenda como transformamos vidas enxergando o que muitos profissionais da odontologia deixam passar.

Nesta aula, você vai entender:

Te convido a assistir apenas os primeiros 5 minutos desta aula.

Acesso imediato à plataforma própria de estudo.

Com aulas online e gravadas, teoria e materiais clínicos organizados para você estudar com foco e clareza, desde o primeiro dia.

Título de pós-graduado(a) em Patologia Oral e Maxilofacial

Certificação com carga de 520 horas, reconhecida pelo MEC, uma formação que valida seu conhecimento com respaldo oficial e conteúdo clínico de excelência.

Nossa pós-graduação é reconhecida pelo MEC

Clique aqui para conferir

Eu duvido você ver essa história e não entender a importância da patologia

Há cerca de um ano uma paciente, chamada Jennifer, chegou até mim com uma lesão visível. Ela relatou que havia começado com um aumento de volume na região de corpo mandibular, lado direito.

Sentia dor e desconforto, e por isso procurou um dentista. O profissional suspeitou de algo endodôntico, então fez abertura coronária, medicou o canal e a mandou para casa. Mas ela não melhorou.

Depois de algum tempo, a dor passou a vir acompanhada de fisgadas, como agulhadas, e o dentista então suspeitou de uma origem neurológica. Encaminhou para um neurologista, que prescreveu gabapentina.

Ainda assim, a dor continuou. As fisgadas, o incômodo, tudo permaneceu. E em cerca de três a quatro semanas, a dor havia se intensificado. Ela já não sabia mais a quem recorrer, e foi assim que chegou ao hospital, onde eu estava de sobreaviso naquele dia.

Há cerca de um ano uma paciente, chamada Jennifer, chegou até mim com uma lesão visível. Ela relatou que havia começado com um aumento de volume na região de corpo mandibular, lado direito.

Sentia dor e desconforto, e por isso procurou um dentista. O profissional suspeitou de algo endodôntico, então fez abertura coronária, medicou o canal e a mandou para casa. Mas ela não melhorou.

Depois de algum tempo, a dor passou a vir acompanhada de fisgadas, como agulhadas, e o dentista então suspeitou de uma origem neurológica. Encaminhou para um neurologista, que prescreveu gabapentina.

Ainda assim, a dor continuou. As fisgadas, o incômodo, tudo permaneceu. E em cerca de três a quatro semanas, a dor havia se intensificado. Ela já não sabia mais a quem recorrer, e foi assim que chegou ao hospital, onde eu estava de sobreaviso naquele dia.

Há cerca de um ano uma paciente, chamada Jennifer, chegou até mim com uma lesão visível. Ela relatou que havia começado com um aumento de volume na região de corpo mandibular, lado direito.

Sentia dor e desconforto, e por isso procurou um dentista. O profissional suspeitou de algo endodôntico, então fez abertura coronária, medicou o canal e a mandou para casa. Mas ela não melhorou.

Depois de algum tempo, a dor passou a vir acompanhada de fisgadas, como agulhadas, e o dentista então suspeitou de uma origem neurológica. Encaminhou para um neurologista, que prescreveu gabapentina.

Ainda assim, a dor continuou. As fisgadas, o incômodo, tudo permaneceu. E em cerca de três a quatro semanas, a dor havia se intensificado. Ela já não sabia mais a quem recorrer, e foi assim que chegou ao hospital, onde eu estava de sobreaviso naquele dia.

Os números não batem...

O Brasil é o país com o maior número de dentistas do mundo (1 dentista para cada 1.500 habitantes)

Na lógica, era para termos um alto índice de saúde bucal no nosso país…

Mas veja a contradição:

O Brasil ocupa o 3º lugar no ranking global de incidência de câncer bucal.

Um diagnóstico precoce poderia mudar essa realidade

Com diagnóstico precoce Sem diagnóstico precoce
Chance de Cura Alta chance de cura e tratamento efetivo (80% a 90%). Reduz drasticamente as chances de cura (apenas 47%).
Impacto no tratamento Tratamento menos invasivo e menos agressivo. Necessidade de tratamentos agressivos e mutiladores.
Qualidade de Vida Preserva a qualidade de vida do paciente. Compromete severamente a qualidade de vida do paciente.
Custo emocional e financeiro Menor custo emocional e financeiro para o paciente e família. Maior custo emocional, físico e financeiro para paciente e familiares.

E ESSA CHANCE É NOSSA!

Outras áreas não vão abrir a boca do paciente com o intuito de examinar. 

Por isso, conhecer Patologia hoje não é um diferencial, é essencial.

Pós-graduação reconhecida pelo MEC.

Às vezes, você não vê a doença. Mas a doença já te viu.

A Dona Ludovina chegou até mim com o rosto inchado e uma dor que não melhorava, mesmo após ter sido atendida por vários colegas. Ela já havia passado por 3 procedimentos de drenagem e 1 cirurgia, e ainda assim, continuava sem alívio, sem diagnóstico e sem respostas.

Tudo indicava uma infecção odontogênica, e foi assim que o caso vinha sendo tratado. Mas quando ela chegou até mim, fiz algo básico, mas essencial: parei, conversei com calma e fiz uma anamnese simples, ouvindo atentamente seus sintomas. E foi aí que ela mencionou um detalhe que ninguém havia considerado: uma dormência persistente no rosto.

Esse sintoma acendeu um alerta. Dormência não é comum em infecções simples, pode ser sinal de algo muito mais sério. Sugeri à minha preceptora que investigássemos com uma biópsia. O resultado confirmou a suspeita: ela estava com um câncer raro.

Casos como o da Dona Ludovina são mais comuns do que você imagina, e uma abordagem correta, com o olhar clínico treinado, pode ser decisiva na vida do paciente.

Às vezes, você não vê a doença. Mas a doença já te viu.

A Dona Ludovina chegou até mim com o rosto inchado e uma dor que não melhorava, mesmo após ter sido atendida por vários colegas. Ela já havia passado por 3 procedimentos de drenagem e 1 cirurgia, e ainda assim, continuava sem alívio, sem diagnóstico e sem respostas.

Tudo indicava uma infecção odontogênica, e foi assim que o caso vinha sendo tratado. Mas quando ela chegou até mim, fiz algo básico, mas essencial: parei, conversei com calma e fiz uma anamnese simples, ouvindo atentamente seus sintomas. E foi aí que ela mencionou um detalhe que ninguém havia considerado: uma dormência persistente no rosto.

Esse sintoma acendeu um alerta. Dormência não é comum em infecções simples, pode ser sinal de algo muito mais sério. Sugeri à minha preceptora que investigássemos com uma biópsia. O resultado confirmou a suspeita: ela estava com um câncer raro.

Casos como o da Dona Ludovina são mais comuns do que você imagina, e uma abordagem correta, com o olhar clínico treinado, pode ser decisiva na vida do paciente.

Em nossa trajetória, acompanhamos diversos casos onde o diagnóstico precoce fez a diferença entre vida e a morte

A Jennifer e a dona Ludovina tiveram seus cânceres diagnosticados graças a um olhar atento que eu pude oferecer. E isso mudou completamente o rumo da história delas.

E você pode ser o próximo profissional a transformar histórias como essas.

É só clicar no botão abaixo.

Pós-graduação reconhecida pelo MEC.

Método R.A.I.O.

O seu passo a passo clínico no diagnóstico de lesões bucais. Um protocolo simples, prático e aplicável que orienta o cirurgião-dentista a conduzir o atendimento clínico com mais segurança, lógica e clareza, desde o primeiro contato com o paciente até a conduta final.

Recepção Clínica (Anamnese)

Escutar o paciente com atenção e coletar as informações certas desde o início. Nesta etapa, o dentista investiga a queixa principal, histórico médico e odontológico, hábitos de risco e qualquer informação subjetiva que ajude a formar uma hipótese diagnóstica inicial.

Avaliação Física

Realização do exame clínico completo e minucioso. Envolve inspeção intraoral e extraoral, palpação de linfonodos, análise visual e tátil de todas as estruturas da cavidade bucal, e não apenas da região da queixa.

Investigação (Exames Complementares)

Quando surgem dúvidas ou há suspeita clínica, entram os exames complementares. Podem ser radiografias, tomografias, biópsias ou outros métodos, sempre com o objetivo de confirmar, descartar ou aprofundar hipóteses diagnósticas. Exames complementam, não substituem, a escuta atenta e o exame físico.

Observação Contínua

Depois do diagnóstico ou da conduta inicial, é essencial acompanhar o caso. Isso inclui retorno do paciente, reavaliação clínica e ajustes de conduta, garantindo que nenhuma evolução passe despercebida e que o paciente seja monitorado de forma responsável. Diagnóstico não termina na consulta. Ele continua no cuidado ao longo do tempo

Sistema de formação para Pós-Graduação em Patologia Oral e Maxilofacial

Saber fazer um bom diagnóstico pode transformar a vida do seu paciente e a sua também.

Recém-formado que quer ampliar seus horizontes na Odontologia

Como recém-formado, você vai se deparar com lesões e casos que não saberá diagnosticar ou conduzir, muito mais vezes do que imagina. Muitos colegas já passaram por isso, e centenas de casos já foram transferidos para que eu atendesse, e também para que os professores que vão acompanhar você nessa pós-graduação atendessem. O problema é que não dá para seguir na carreira deixando essas situações de lado. Um diagnóstico precoce pode mudar, e até salvar, a vida de um paciente. Não é aceitável deixar alguém ir para casa carregando um problema sério só porque você não se sentiu seguro para olhar com atenção e tomar uma decisão. Quando a vida de alguém está nas suas mãos, hesitar ou adiar pode ser a diferença entre a cura e uma tragédia irreversível.

Já formado que quer tornar o diagnóstico seguro e fortalecer sua precisão clínica

Se você já é formado há algum tempo e atua na Odontologia, talvez já tenha percebido que ainda há muito a aprender. Pode ter se deparado com casos que geraram dúvidas: manchas, feridas ou alterações que não soube como prosseguir e acabou encaminhando o paciente, ou até liberando-o sem um diagnóstico preciso. E se isso ainda não aconteceu, pode ser simplesmente porque você ainda não desenvolveu o olhar clínico para identificar esses sinais, mesmo com anos de carreira. Já parou para refletir sobre isso? Aqui, você vai descobrir exatamente em qual nível está hoje e vai aprender, passo a passo, como identificar lesões com segurança, realizar diagnósticos completos e conduzir casos com confiança. Isso vai transformar a forma como você atende, elevar o padrão do seu serviço e aumentar a confiança e o reconhecimento que seus pacientes têm no seu trabalho.

BÔNUS

Aulas ao vivo com especialistas

Suporte como você nunca viu. De 15 em 15 dias, você vai participar de encontros ao vivo no Zoom com especialistas em Patologia Oral e Maxilofacial. São aulas com conteúdos práticos, voltados para a realidade clínica, onde você aprende a aprofundar seu raciocínio diagnóstico, discutir casos reais, revisitar condutas e tirar dúvidas direto com quem vive isso todos os dias.

Pós-graduação reconhecida pelo MEC.

Vantagens de ser nosso aluno na Pós Graduação de Patologia Oral e Maxilofacial

Nossa Pós-graduação

Pós-graduação Tradicional

João Pedro Silveira

Meu nome é João Pedro Silveira, sou formado pela Universidade Federal de Santa Maria e especialista em Cirurgia Bucomaxilofacial pela residência do Hospital Cristo Redentor, do Grupo Hospitalar Conceição, em Porto Alegre. Atualmente, atuo nos dois maiores hospitais de Caxias do Sul, realizando cirurgias de deformidades faciais e atendimentos de urgência em traumas de face. Também sou concursado pela Prefeitura de Caxias do Sul.. Ainda na graduação, percebi o quanto a Patologia é essencial para um atendimento clínico completo. Ao longo da minha trajetória, atendi diversos casos complexos que me ensinaram a observar padrões, escutar com atenção e buscar respostas que, muitas vezes, não estão no exame físico, mas na fala do paciente. Hoje, além da atuação clínica, sou professor em um dos maiores preparatórios de residência em Odontologia do Brasil e idealizador da nossa Pós-Graduação em Patologia Oral, um curso pensado para o dentista que está na clínica, atendendo pacientes no dia a dia e que precisa de segurança para diagnosticar com clareza, raciocinar com profundidade e fazer a diferença na vida dos seus pacientes.

FAQ - Perguntas Frequentes

A pós-graduação pode ser concluída em no mínimo 4 meses, com prazo máximo de até 1 ano.

E, se ao final desse período você quiser continuar aprofundando seus estudos conosco, é possível renovar o acesso e seguir evoluindo com o nosso suporte.

Você pode, sim, iniciar a pós-graduação estando nos semestres finais da graduação em Odontologia.

O curso estará disponível para quem já está nos semestres finais e quer se antecipar, aprofundando seus conhecimentos antes mesmo de concluir a graduação.

No entanto, para receber o certificado oficial como pós-graduado(a), é necessário apresentar o diploma de conclusão do curso de Odontologia. Essa é uma exigência formal do MEC para que o certificado seja emitido corretamente.

Ou seja, você já pode começar a estudar agora, e garantir seu avanço, mesmo que a certificação só seja liberada após a sua formatura.

Sim, a nossa Pós-Graduação em Patologia Oral e Maxilofacial é certificada e reconhecida pelo MEC.

Ao concluir o curso, você recebe um certificado oficial de pós-graduação, com carga horária mínima de 520 horas, dentro de todas as exigências do Ministério da Educação.

Mais do que um documento, esse certificado atesta que você domina o conhecimento necessário para atuar com mais segurança, clareza diagnóstica e confiança clínica no atendimento aos seus pacientes.

Com certeza. A pós-graduação em Patologia Oral e Maxilofacial não é exclusiva para quem atua diretamente com diagnóstico.

Se você trabalha com HOF, Bucomaxilo, Ortodontia, Prótese, Endodontia ou qualquer outra área, esse olhar aprofundado em patologia é o que vai te permitir oferecer um atendimento mais completo e seguro.

Ao desenvolver sua capacidade diagnóstica, você se torna capaz de identificar sinais precoces, conduzir uma anamnese mais precisa e agir com mais clareza diante de alterações bucais, evitando erros, encaminhamentos tardios e ganhando autoridade clínica no processo.

Sim, pode e deve! A pós-graduação foi pensada justamente para isso: para que você adquira o conhecimento necessário, aplique no dia a dia, faça diagnósticos precoces e comece a oferecer para seus pacientes um atendimento padrão ouro.

Se você quer dominar esse conhecimento, não importa o seu ponto de partida. O que importa é a sua disposição em aprender.

A metodologia do curso foi desenvolvida com um objetivo claro: te ensinar a fazer diagnósticos clínicos com segurança e confiança.

Para isso, utilizamos uma combinação de aulas online ao vivo, conteúdos gravados e materiais teóricos estruturados com base no método RAIO, que guia todo o processo de aprendizado diagnóstico de forma prática e embasada.

Você pode parcelar em até 12 vezes, inclusive dividindo o valor em dois cartões, se preferir. O pagamento também pode ser feito via PIX ou no boleto parcelado em até 12x. 

Qualquer dúvida, é só nos chamar no WhatsApp, que vamos te ajudar a escolher a forma de pagamento que melhor se adapta ao seu caso.

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